terça-feira, 19 de junho de 2012

Ninguém é louco como eu

Ninguém é louco como eu, não sei como falar. Às vezes, meus olhos estão abertos, às vezes, meus joelhos estão fracos. Eu gosto de ver o céu, mas eu prefiro vê-lo do outro lado.

Cavalgando nas asas de fogo, nada poderia me superar. Ninguém me conhece para sabe o que eu desejo. Eu sei onde os relâmpagos estouram, eu sei o porque das mordidas de vampiro. Eu falei com os mortos inquietos, sei das mentes dos ratos e o lado errado das trilhas. Eu ouço os demônios em minha cabeça.

Ninguém está ao seu lado, você esqueceu como gritar. Às vezes, os olhos são cegos, Às vezes você está em meus sonhos. Você acha que é tão esperto mas você tem uma pedra, uma pedra fria, não um coração batendo.

Montando nas asas da chama, nunca seja tão superior novamente. Ninguém vê você, ninguém vê a sua dor. Eu sei onde as bandeiras negras voam, eu sei onde imortais morrem, eu vi a morte de mundos. Eu sei que as palavras são assistentes, mas eu ouço os demônios em minha cabeça.

Ninguém louco como eu, vou fazer você acreditar. Às vezes eu uso outros rostos, às vezes eu sento e lamento. Eu sei que das noites que vivo, mas você não pode estar muito certo tendo apenas quem está ao seu lado. Monte a tempestade elétrica, para o amanhecer infectado, ninguém acreditaria que teríamos gerado.

Eu sei o caminho para o inferno, eu sei que da cela acolchoada, tenho visto muitos heróis morrerem. Eu sei de seus pesadelos também e quem os envia a você, o que faz com que as crianças chorem. Eu vejo o insano cruel, eu sinto sua dor desconhecida, sinto as facas dentro de suas cabeças. Eu vejo que estamos todos condenados, eu vejo sangue na lua, e ouço os demônios em minha cabeça.

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