terça-feira, 12 de junho de 2012

Olhe para o sol.

Enquanto eu vivo, assim eu morro, aqui dentro nessa noite sem fim. Tempo para ser, tempo para ver uma infinidade me consumindo. Há um mundo de loucura à anos-luz de distância que eu um dia chamei de lar. Há um mar de tristeza, para navegar e agora eu olho para o sol. Olhando para um milhão de estrelas através da fria escuridão, através do braço espinhal, um anão amarelo, uma partícula de luz, uma luz perpétua, aonde muito longe jaz meu lar. Eu sabia que iria sentir uma pequena dor mas não tão profunda ou tão enraizada. Agora eu não verei meu lar novamente, a terra parece estar tão longe. Este é meu berço e minha cova, é aqui que minha vida vai terminar. Isto é real ou eu ainda estou vivo?

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